quarta-feira, 10 de março de 2010

Assembleia de Freguesia Extraordinária - A CDU presta contas




A Assembleia de Freguesia de Campolide decorreu de acordo com as indicações aqui transcritas, nas quais se dá a conhecer as posições da CDU a respeito de cada um dos seus pontos:

Ponto 1: Não foi aprovada a Acta da reunião anterior, que será enviada a todos os membros da Assembleia, a fim de ser votada na Próxima Assembleia Ordinária.

Ponto 2: A Tesoureira pediu a demissão da Junta e da Assembleia de Freguesia, sendo substituída pelo ex-Assessor do Presidente, que havia pedido a suspensão do mandato. Desta forma, num das já habituais meandros a que se entrega o Partido Socialista, demitiu-se de assessor, foi reempossado para a Assembleia, sendo eleito então para a Junta, com 7 votos favoráveis, 4 abstenções e 2 votos contra.
Fiel à sua posição que o executivo deveria ser mais brangente, tendo em conta as próprias realidades eleitorais da freguesia, a CDU votou contráriamente a esta eleição.
De acordo com a sua carta de de demissão, a tesoureira teria abandonado o executivo por motivos de ordem pessoal e profissional, contudo os esclarecimentos dados pelo Presidentes indicam que a sua saída se deveu a divergencias de gestão com este. Esta situação faz-nos pensar que se não se entendem ao fim de poucos meses, como será no final do mandato? Campolide tem muitos problemas e estes não se compadecem com as guerrilhas internas do PS.

Ponto 3: Foi designada para a Comissão uma ex-membro da anterior Assembleia, eleita pelo PS, com 12 votos a favor e uma abstenção.


Ponto 4: Foi aprovada a criação da comissão de transportes, com 12 voto favoráveis e um contra do PCP, declarando, mesmo vontado contra estará disponivel a participar na Comissão. A nossa posição contrária deve-se à ineficácia da comissão eleita no mandato anterior, quer ao nível das propostas de soluções coerentes e ao serviço das populações, quer ao descrédito em que a mesma caiu ao não ser recebida nem pela Carris, nem por qualquer outra entidade.
É nosso firme propósito continuar a defender um transporte público de qualidade e ao serviço das populações. Urge servir a Bela-Flor e Cascalheira, urge servir a população escolar da nossa freguesia, urge facilitar as deslocações a todos os que possuem a sua mobilidade condicionada. O que não é necessário é criar comissões para a satisfação dos objectivos pessoais e políticos de algumas pessoas, alardeando trabalho que não fizeram.

segunda-feira, 8 de março de 2010

75 Anos de Liberdade Atlético Clube


A Comissão de Freguesia de Campolide do Partido Comunista Português, saudou o Liberdade Atlético Clube, pela passagem do seu 75º Aniversário, no passado dia 26 de Fevereiro, relembrando a importante actividade desportiva, culturl e recreativa desenvlvida por este clube na Freguesia de Campolide, mais particularmente no Bairro da Liberdade


Vem a Comissão de Freguesia de Campolide do Partido Comunista Português, dar os parabéns ao Liberdade Atlético Clube, pela passagem do 75º Aniversário, desejando que esta comemoração, continue a ser mais uma vez um ponto de encontro de convívio e amizade entre os sócios, familiares e amigos dessa prestigiosa Colectividade.

Conhecedores como somos da vasta actividade desportiva, cultural e recreativa desenvolvida pela vossa Colectividade, bem como as saudáveis relações de amizade e convívio e entre associados, alargada aos moradores do Bairro da Liberdade e à Freguesia de Campolide, que só um grande grupo de dirigentes e colaboradores são capazes de proporcionar.

Desejando mais uma vez ao Liberdade Atlético Clube, aos dirigentes, associados e amigos, os nossos sinceros Parabéns, e que este momento vos dê a força necessária para continuarem por mais e melhor associativismo.

Saudações democráticas

Lisboa, 26 de Fevereiro de 2010

sexta-feira, 5 de março de 2010

Passagem pedonal inferior da Av. Calouste Gulbenkian


Há muitos anos que a população de Campolide, bem como aqueles que utilizam a Estação dos Caminhos de Ferro, vêm sofrendo com a situação de deradação, vandalismo e insegurança da Passagem pedonal sob a Avenida Calouste Gulbenkian.

Pese embora a CDU tenha apresentado uma Moção sobre esta questão, aprovada pela Assembleia de Freguesia no mandato passado, tudo permanece na mesma, obrigando a quem tem de fazer este percurso a colocar em risco a sua vida, a sua integridade física, ou a perda dos seus bens pessoais.

Face ao não atendimento da reivindicação das populações, pelo encerramento desta passagem e sua substituição por uma passaem aérea, a CDU de Campolide irá dar início à recolha de assinaturas visando a resolução deste problema:



Abaixo-assinado
Pelo Encerramento da Passagem pedonal inferior da Av.
Calouste Gulbenkian e sua substituição por passagem aérea.


A Av. Calouste Gulbenkian representa, pelas suas características de circulação viária, uma barreira à circulação pedonal na Freguesia de Campolide. Os Bairros da Liberdade e Serafina ou a Estação de Caminhos de Ferro de Campolide, e Alto de Campolide ou o Bairro da Calçada dos Mestres, encontram-se assim ligados por um único ponto de passagem em segurança que sob esta Avenida permite o acesso de e para a Calçada dos Mestres.



Do mesmo modo as paragens dos autocarros 56, ou serviços suburbanos, têm nessa passagem inferior o único acesso possível em várias centenas de metros.


Contudo esta passagem revela-se muito problemática para os utentes, a sua iluminação encontra-se frequentemente vandalizada, sendo por vezes completamente inexistente, o lixo espalhado pelo chão é muito, o cheiro a urina é nauseabundo, constituindo o local perfeito para assaltos e outros actos de marginalidade.


Quem necessita de atravessar a Av. Calouste Gulbenkian, é assim levado a preferir fazê-lo pela superfície, saltando por cima dos separadores centrais em betão e enfrentando o sério risco de atropelamento, com especial ênfase para as pessoas mais idosas. Situação totalmente indigna e inaceitável.



Assim os abaixo assinados vêm exigir, à Câmara Municipal de Lisboa, a tomada de medidas que conduzam ao encerramento imediato da passagem inferior em questão e início das devidas providências para a sua substituição por uma passagem aérea.

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

Assembleia de Freguesia Extraordinária



A Junta não anuncia, mas a CDU não deixa de o fazer:

O site da Junta de Freguesia de Campolide esté parado há meses. Quem procure informação sobre o que se vai passando não encontra. Felizmente a CDU não deixa de estar junto dos fregueses, fazendo o trabalho que os outros não fazem.
Foi convocada uma Assembleia de Freguesia Extraordinária, para o próximo dia 1 de Março, segunda-feira, às 21.00, a ter lugar no Teatro "Palmo e Meio", com a seguinte ordem de trabalhos:





1- Aprovação da Acta da Assembleia de Freguesia de 28 de Dezembro de 2009.


2- Eleição de um Vogal para a Junta.


3- Aprovação do representante da Freguesia de Campolide na Comissão de Protecção de Crianças e Jovens.


4- Criação da Comissão de Transportes.


sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

CDU saúda os 23 anos da Casa do Concelho de Ponte de Lima



No passado dia 31 de Janeiro a Comissão de Freguesia do PCP enviou à Casa do Concelho de Ponte de Lima as melhores saudações, relembrando a importância cultural e cívica desta Agremiação na nossa Freguesia e o trabalho que vem desenvolvendo na divulação e dinamização das tradições regionais junto dos jovens e de toda a população.


Transcreve-se aqui a missiva então enviada ao seu Presidente:








Sede da Casa do Concelho de Ponte de Lima

Vem a Comissão de Freguesia de Campolide do Partido Comunista Português, dar os
parabéns à Casa do Concelho de Ponte de Lima, pela passagem do 23º Aniversário,
desejando que esta comemoração, continue a ser mais uma vez um ponto de encontro
de convívio e amizade entre os naturais deste Concelho, amigos e familiares.


Conhecedores como somos da actividade desenvolvida por esta Casa Regional, em
prol do associativismo, no fomento de relações de amizade entre os naturais e as
outras Casas Regionais, na divulgação da gastronomia e da cultura do Concelho,
de que salientamos um dos melhores grupos de folclore do País e o seu grupo de
Cavaquinhos, que a freguesia onde estais sediados, Campolide, tem tido o
privilégio de apreciar, através da vossa participação em festas de caris
popular.

Desejando mais uma vez a Casa do Concelho de Ponte de
Lima, aos dirigentes, associados e amigos, os nossos sinceros Parabéns, e que
este momento vos dê a força necessária para continuarem por mais e melhor
associativismo.

Saudações
democráticas


Lisboa, 31 de Janeiro de 2010

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

Lei de Finanças RegionaisUma colossal manobra política num mar de falsidades

Numa altura em que muito se tem falado das transferências para a Madeira, aqui fica a limpida clareza dos argumentos do PCP- In Avante

Lei de Finanças Regionais - Uma colossal manobra política num mar de falsidades

A aprovação por unanimidade, em 1998, da primeira Lei de Finanças Regionais, mais de 20 anos após a consagração constitucional das regiões autónomas constituiu – para lá das observações criticas sobre alguns dos seus aspectos então sublinhadas pelo PCP – uma importante contribuição para estabelecer um quadro transparente, adequado e estável nas relações financeiras entre o Estado e as regiões autónomas. Um regime que, no fundamental, estabeleceu um marco na normalização e estabilização das relações financeiras pondo fim a uma situação sem regras nem critérios.
A imposição pela maioria absoluta do PS em 2007 de uma nova Lei de Finanças Regionais, revogando a Lei de 1998 aprovada na vigência do governo de António Guterres, constituiu um acto gratuito de discricionariedade movido por uma deliberada intenção de prejudicar a região da Madeira. Em nome de uma discriminação positiva da região dos Açores, que não se contesta, e de um alegado desenvolvimento da Madeira (construído não na base sólida do desenvolvimento da região mas sim do efeito estatístico do off-shore da Madeira no valor do PIB per capita), o que a maioria parlamentar do PS visou foi sobretudo um acto de retaliação partidária e discriminação política que prejudicou sobretudo quem vive e trabalha naquela região.
A Lei agora aprovada pela Assembleia da República mais não faz do que reparar uma injustiça e repor valores mínimos de transferências para as regiões autónomas, designadamente para a Madeira, contribuindo assim também para retirar ao Governo Regional da Madeira e ao PSD o argumento para justificar o vasto conjunto de problemas económicos e sociais da região decorrentes da sua governação que estão muito para lá das dificuldades adicionais impostas pela Lei de 2007. E fá-lo garantindo o nível de financiamento já existente para a região dos Açores, com um ligeiro acréscimo relacionado com a distância entre ilhas.

O PS e a Lei de Finanças Regionais
A pretexto da discussão e aprovação da Lei de Finanças Regionais, PS e Governo desencadearam uma operação sem precedentes de vitimização, dramatização e chantagem. Uma operação que – para lá do que representa de uma arrogante atitude de quem se julga ainda com a maioria absoluta que lhe foi negada e de uma ostensiva desvalorização da Assembleia da República bem patente na ostensiva declaração de que aprove o Parlamento o que aprovar o Governo não cumprirá – visou no essencial cinco objectivos:
1 - Instrumentalizar o justificado sentimento crítico existente sobre a governação de Jardim e do PSD na Madeira (aliás curiosamente objecto de rasgados elogios das principais figuras do PS quando se deslocam à região em contraste com a decidida e corajosa intervenção de oposição dos comunistas na Madeira) fazendo crer que as transferências são para o Governo e não para a região onde vivem e trabalham mais de 250 mil pessoas. Uma instrumentalização por parte do PS que visa tentar captar o apoio da opinião pública para uma manobra de vitimização que lhe caucione a política que tem conduzido;
2 - Procurar encontrar na Lei de Finanças Regionais – e na fantasiosa leitura catastrófica que PS e os comentadores ao seu serviço procuraram fazer passar – o biombo por detrás do qual se encontraria a justificação para o conjunto das dificuldades que a política de direita tem vindo a impor ao país e para o conjunto de novos sacrifícios que a pretexto da situação o Governo se prepara para exigir aos trabalhadores e ao País;
3 - Desviar, a propósito desta questão, a atenção sobre os principais e reais problemas do País que a política, as opções e orientações assumidas pelo Governo – mais uma vez patentes na proposta de Orçamento de Estado para 2010 – têm vindo a agravar. Ou seja, iludir que aquilo que arruína o País não é a lei de finanças regionais mas sim a política de direita do Governo PS e que o Orçamento do Estado agravará;
4 - Disfarçar, a pretexto de uma questão manifestamente lateral, a profunda identidade e convergência do PS com o PSD e o CDS, testemunhada no acordo construído em torno do Orçamento de Estado e na esclarecedora confissão do ministro Pedro Silva Pereira sobre a ambicionada extensão deste casamento político de momento a uma relação duradoura de compromisso nas matérias e opções económicas, orçamentais e políticas;
5 - Insinuar que o conjunto de medidas restritivas e atentatórias dos direitos e rendimentos dos trabalhadores (de que é exemplo o congelamento de salários na Administração Pública) resultariam das delirantes consequências que o PS tem procurado atribuir à Lei de Finanças Regionais, e não de uma ostensiva atitude determinada pela ruinosa opção por uma política recessiva dirigida a penalizar os mesmos de sempre e a manter intocáveis os privilégios e lucros do grande capital.

Das mentiras à realidade
A nova Lei de Finanças Regionais não aumenta o endividamento. Antes pelo contrário. O novo texto fixa agora um limite máximo de 50 milhões de euros ao endividamento das Regiões Autónomas bem inferior àqueles que hoje era permitidopela lei agora revogada.
A nova Lei de Finanças Regionais fixa valores de transferências para as regiões autónomas que, no caso da Madeira, não repõe sequer o nível de financiamento que a região usufruiria se estivesse em vigor a lei de 1998. Ou seja, o volume de transferências fixado é, no caso da Madeira, inferior ao verificado em 2006.
A Lei de Finanças Regionais fixou critérios e volumes de transferências que não compensa a RAM pelas verbas retiradas em 2007, 2008 e 2009 por uma lei injusta e discricionária.

Cinco questões para pôr a nu a hipocrisia do PS
1 - Por que razão o ministro Teixeira de Santos que agora pretende apresentar os 50 milhões de euros fixados como limite de endividamento como a ruína das contas públicas, autorizou pelo seu punho, só no ano passado, mais de 130 milhões de euros para a Madeira?
2 - Que autoridade tem um governo que prevê no Orçamento do Estado um endividamento de 17 mil milhões de euros para insinuar que os 50 milhões atribuídos às regiões constituiriam o caos orçamental?
3 - Se os 50 milhões de aumento no volume de transferência prevista para a Madeira comprometem o combate ao défice, por que razão o Governo não opta por tributar o off-shore da Madeira que só no ano passado registou 1090 milhões de euros de benefícios fiscais, e que os mantém para 2010?
4 - Por que razão o PS optou por diabolizar a Madeira a propósito da Lei de Finanças Regionais quando repetidamente as principais figuras do PS – de Jaime Gama a Almeida Santos - sempre que se deslocam àquela região se desfazem em elogios a Jardim e à sua «obra»?
5 - A avaliação crítica que se possa e deva fazer a uma qualquer gestão autárquica em muitos dos concelhos do País legítima o corte de financiamento das verbas devidas a esses municípios?

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

A Câmara não responde - A Junta nada faz

Na Reunião de 23 de Dezembro de 2009, o Vereador do PCP apresentou um Requerimento sobre a situação que se vive na Rua Marquês de Fronteira, frente ao n.º 108, em que a via pública se encontra encerrada desde Novembro, devido à queda de elementos da fachada do edíficio. Quase mês e meio depois a rua continua vedada, o Requerimento não foi respondido, a Junta nada fez para que a situação se resolvesse, e a população continua prejudicada e com a sua segurança em risco. Até quando?



REQUERIMENTO


No início do mês de Novembro a protecção civil vedou o passeio diante do n.º 108 da Rua Marquês de Fronteira, na freguesia de Campolide, devido ao risco de desprendimento e queda de elementos da fachada na via pública.


Embora transcorrido mês e meio sobre esta situação, não só a interdição se mantém como não foi dado início às necessárias obras de conservação da fachada.


Entretanto, na sequência desta interdição da via pública, este passeio tem vindo a ser utilizado como estacionamento de uma empresa de manutenção de elevadores com trabalhos a decorrer nesta zona.


Assim, nos termos da alínea s) do nº 1 do artigo 68º da Lei nº 169/99, na redacção dada pela Lei nº 5-A/2002, de 11 de Janeiro, bem como ao abrigo do disposto no art. 4º do Decreto-Lei nº 24/98 de 26 de Maio, o Vereador do PCP na Câmara Municipal de Lisboa vem requerer a V. Exa. se digne informar:


•Medidas tomadas no sentido de que seja dado início às necessárias obras de conservação da fachada do edifício em causa.


•Prazo previsto para o levantamento de interdição do passeio.


• Acções de fiscalização levadas a cabo a fim de impedir a utilização abusiva deste espaço na duração da interdição do mesmo.


Lisboa, 23 de Dezembro de 2009